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As rosas queimam devagar.
Liberam um perfume que não invade — apenas anuncia.
É o afeto que abre caminho.
A suavidade que prepara o novo.
A memória se desfaz em fumaça
para revelar o que permanece:
presença.
RITUAL

O gesto de queimar ervas está presente em quase todas as culturas ancestrais.
É sobre passagem, presença, purificação e renovação.
Transformar matéria em ar.
Deixar ir o que precisa partir.
Preparar o corpo para o que vem.
Ritual é isso:
um gesto sensorial de transição.

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